terça-feira, 1 de março de 2011

Ostara



Ostara é um momento de equilíbrio. É um momento em que a luz e a escuridão estão equilibradas. Em Mabon, temos este mesmo equilíbrio, mas a luz está nos deixando. Hoje, seis meses depois, ela está retornando. A primavera chegou e com ela vem a esperança e o calor. As sementes começam a brotar. Nos campos úmidos, os animais estão se preparando para dar à luz. Na floresta, sob um dossel de folhas recém-germinadas, os animais selvagens saem de suas tocas. A Primavera está aqui.



Para o ritual de Ostara, você pode enfeitar seu altar com símbolos da época. Pense em todas as cores que você vê na natureza nesta época do ano - narcisos brilhantes, açafrão, tulipas, brotos verdes - e incorporá-los em seu altar. Este é também um tempo de fertilidade - o ovo é a representação perfeita desse aspecto da temporada. Símbolos de animais jovens, como cordeiros, pintos e os bezerros são também adornos para um altar de Ostara.

Além disso, você vai precisar do seguinte:

Três velas - uma amarelo, uma verde e uma roxa
Uma tigela de leite
Uma tigela pequena de mel ou açúcar
Realize esse ritual fora de casa, se possível, no início da manhã, quando o sol nascer. É primavera, por isso pode ser um pouco frio, mas é um bom momento para se reconectar com a terra. Se a sua tradição normalmente requer que você lance um círculo, faça isso agora.



Comece se concentrando no ar e ao seu redor. Inspire profundamente e veja se você consegue sentir o cheiro da mudança das estações. Dependendo de onde você mora, o ar pode ter um aroma de terra, ou uma chuva, ou mesmo cheiro de grama verde. Sinta a mudança na energia como a roda do ano girou. Acenda a vela verde, para simbolizar a terra florescendo. Diga:

"A roda do ano gira mais uma vez,
E o equinócio da primavera chegou.
Luz e escuridão são iguais,
E o solo começa a mudar.
A terra desperta de seu sono,
E uma nova vida brota mais uma vez."

Em seguida, acenda a vela amarela, representando o sol. Ao fazer isso, diga:

"O sol está cada vez mais perto de nós,
Saudação a terra com seus raios acolhedores.
Luz e escuridão são iguais,
E o céu se enche de luz e calor.
O sol aquece a terra sob nossos pés,
E dá vida a tudo em seu caminho."

Finalmente acenda a vela roxa. Esta representa o Divino em nossas vidas - você pode invocar um deus ou uma deusa, se você se identificar com alguma específica, chame pelo seu nome ou simplesmente chame por uma força universal, esta é a vela que representa todas as coisas que não sabemos, todos aquelas coisas que nós não podemos compreender, mas que são o sagrado em nossas vidas diárias. Como você acender esta vela, concentre-se no Divino ao redor e dentro de você. Diga:

"A Primavera chegou! Por isso, somos gratos!
O Divino está presente por toda parte,
No outono frio de uma tempestade de chuva,
Nos pequenos brotos de uma flor,
Em baixo de um filhote recém-nascido,
Nos campos férteis à espera de serem plantadas,
No céu acima de nós,
E na terra abaixo de nós.
* Agradecemos ao universo por tudo o que tem para nos oferecer,
Bem-vindo, a vida! Bem-vindo, a Primavera



Reserve este momento e medite sobre as três chamas e o que elas simbolizam. Medite com a terra, o sol, e o Divino. Como você se encaixa nessas coisas? Como você encontra o equilíbrio entre claro e o escuro em sua própria vida?

Finalmente, misture o leite e o mel, misturando delicadamente. Despeje-o no chão em torno de seu altar como uma oferenda para a Terra **. Ao fazer isso, Diga:

"Faço esta oferta a terra,
Como agradecimento pelas muitas bênçãos que tenho recebido,
E aquelas que ainda receberei."

Depois de ter feito sua oferta, fique por um minuto de frente para o altar. Sinta a terra fria debaixo dos seus pés, e o sol em seu rosto. Leve todas as sensações desse momento, e saiba que você está em um lugar perfeito, de equilíbrio entre o claro e o escuro, do inverno e verão, calor e frio - um tempo de polaridade e harmonia.

Quando estiver pronto, termine o ritual e abra o círculo.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Esta é a Deusa Ostara



Seu bordado é de uma árvore da primavera com folhas novas,decoradas com ovos multi-coloridas!





Ostara é celebrado no equinócio da primavera, tempo de renovação e renascimento. A Terra está aquecida e honramos a fertilidade da terra, enquanto preparamos nossos jardins. Ovos e coelhos são símbolos de fertilidade, perfeito durante este tempo, é por isso que você vê um monte deles durante esta temporada.



Horta para pequenos espaços



Achei essa idéia muito interessante, principalmente para quem pretende ter uma horta em casa, mas não tem uma área grande para isso.
Em cada lado dessa caixa coloca-se uma erva diferente.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

A planta crotalária juncea atrae Libélulas que se alimenta das larvas do mosquito da dengue



Buscando novas formas de combate a dengue alguns municípios estão plantando sementes da leguminosa conhecida como crotalária. Mais uma arma incluída no arsenal de combate ao Aedes aegypti, em vez do fumacê lançando produtos químicos, a arma são flores, elas atraem um predador natural do mosquito.



A Crotalária juncea, uma leguminosa, tipicamente plantada após retirada da produção nas lavouras, agindo como cobertura, um tipo de adubação verde, com o intuito também de reduzir nematoides presentes na área. Plantada nos quintais na cidade, cresce e após 100 dias em média, floresce, atrair o inseto voador conhecido como libélula, que coloca seus ovos em água parada e limpa, da mesma maneira que o aedes, os ovos viram larvas que se alimentam de outras larvas, e se no local tiver larvas do aedes elas serão “comidas” pelas larvas da libélula. Além disso, a própria libélula quando adulta se alimenta do mosquito aedes.



Nome vulgar: crotalária. O nome se refere ao som de chocalho das vagens secas, semelhante ao da cascavel (Crotalus sp.) Espécies: cerca de 550 espécies são conhecidas, muitas são herbáceas, anuais ou perenes, havendo espécies arbustivas. As flores geralmente são amarelas, às vezes estriadas com vermelho, dispostas em rácemos vistosos.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Abençoando sua cozinha



Muitas vezes é necessário abençoar a sua cozinha. Isto irá remover toda sua negatividade, bem como criar um espaço harmonioso para suas refeições e de sua família.


Antes de começar, certifique-se de sua cozinha está limpa fisicamente e livre de bagunça.
Faça a seguinte oração:

Bendito seja esta cozinha,
Pelo Ar, Fogo, Água e Terra,
Que ela seja aquecida pela luz sagrada da Deusa.
Que seja possível eu criar tudo o que queira aqui
Tanto por meios mágicos ou mundanos
Que traga a nutrição e cura
sustento
que não cause danos a ninguém.
Que seja feito com amor e paz,
Com alegria e magia,
Seja agora e sempre.
Assim seja!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Cy a Deusa Brasil

Hoje é dia de Lua cheia, e o nosso esbath será feito em honra a Cy. Dando uma olhada pela net, encontrei esse material.



CY, DEUSA BRASIL
A Grande Mãe

Sábia e Poderosa, Cy é a Mãe Suprema.

Entrar em contato com a Deusa Cy é estimular a feminilidade e a fertilidade.

O nome Cy, do tupi-guarani, significa mãe.

Para os índios, ela é a Doadora da Vida, Criadora de todas as coisas.

Seu nome está presente em outras Deusas: Nandercy, a Nossa Mãe; Coaracy, a Mãe do Sol; Acy, a Mãe da Lua.

Em Trevas:



Juntamente com Tupan, é uma entidade de Arkanun, e foi um dos primeiros seres sobrenaturais a pisar no Brasil.

É uma Deusa de muitas faces, e muito cultuada .
Sua ordem, a Ordem da Grande Mãe, possuía muitas adeptas no passado, e embora o panteão indígena tenha enfraquecido, nas tribos que ainda mantém a tradição, a crença na Deusa é forte.

Caminhos: Terra e Agua.
Cores: Marrom e Branco.
Símbolos: Ovo e Tartaruga.
Talismã: Ovo de Cristal.

(Wicca Brasil: Guia de Rituais das Deusas Brasileiras , Mavesper, Cy Ceridwen)

Infelizmente, muito pouco se sabe a respeito das divindades e dos mitos tupi-guarani.
A cristianização forçada e a proibição pelos jesuítas de qualquer manifestação pagã, destruiu ou deturpou os vestígios de Tuyabaé-cuáa, a antiga tradição indígena, a sabedoria dos velhos payés.

Segundo o escritor umbandista W.W. da Matta e Silva e seus discípulos Rivas Neto e Itaoman, a raça vermelha original tinha alcançado, em uma determinada época distante, um altíssimo patamar evolutivo, expresso em um elaborado sistema religioso e filosófico, preservado na língua-raiz chamada Abanheengá, da qual surgiu Nheengatu, a “lingua boa”, origem dos vocábulos sagrados dos dialetos indígenas.

Com o passar do tempo, a raça vermelha entrou em decadência e, após várias cisões, seus remanescentes se dispersaram em diversas direções.
Deles se originaram os tupi-nambá e os tupi-guarani, que se estabeleceram em vários locais na América do Sul.

As concepções do tronco tupi eram monoteístas, postulando a existência de uma divindade suprema, um divino poder criador (às vezes chamado de Tupã) que se manifestava por intermédio de Guaracy (o Sol) e Yacy (a Lua) que, juntos, geraram Rudá (o Amor) e, por extensão, a humanidade.
O culto a Guaracy era reservado aos homens, que usavam os tembetá, amuletos labiais em forma de T, enquanto as mulheres veneravam Yacy e Muyrakitã, uma deusa das águas, e usavam os amuletos em forma de batráquios e felinos, pendurados no pescoço ou nas orelhas.

Guaracy era a manifestação visível e física do poder criador representado pelo Sol.
Apesar deste astro ser considerado o princípio masculino na visão dualista atual, a análise dos vocábulos nheengatu do seu nome revela sentido diferente.
Guará significa “vivente”, e cy é “mãe”, o que formaria a “Mãe dos seres viventes”, a força vital que anima todas as criaturas da natureza, a luz que cria a vida animal e vegetal.
Também em outras tradições e culturas (japonesa, nórdica, eslava, báltica, australiana e nativa americana), o Sol era considerado uma Deusa, o que nos faz deduzir que, para os tupi, a vida e a luz solar provinham de uma Mãe - Cy - que só mais tarde foi transformada em Pai.

Yacy era a própria Mãe Natureza, seu nome sendo composto de Ya (senhora) e Cy (mãe), a senhora Mãe, fonte de tudo, manifestada nos atributos da Lua, da água, da natureza, das mulheres e das fêmeas.

Cy - ou Ci - representa, portanto, a origem de todas as criaturas, animadas ou não, pois tudo o que existe foi gerado por uma mãe que cuida da sua preservação, do nascimento até a morte. Sem Cy (mãe), não há nem perdura a vida, pois ela é a Mãe Natureza, o principio gerador e nutridor da vida.

Na língua tupi existem váris nomes que especificam as qualidades maternas:
Yacy, a Mãe Lua;
Amanacy, a mãe da chuva;
Aracy, a mãe do dia, a origem dos pássaros;
Iracy, a mãe do mel;
Yara, a mãe da água;
Yacyara, a mãe do luar;
Yaucacy, a mãe do céu;
Acima Ci, a mãe dos peixes;
Ceiuci, a mãe das estrelas;
Amanayara, a senhora da chuva;
Itaycy, mãe do rio da pedra, e tantas outras mães – do frio e do calor, do fogo e do ouro, do mato, do mangue e da praia, das canções e do silêncio.



Quanto ao significado esotérico de Muyrakitã, devemos decompor seu nome em vocábulos para compreender sua simbologia feminina:
Mura - mar, água;
Yara - senhora, deusa;
Kitã - flor.

Podemos então interpretá-lo como “A deusa que floriu das águas” ou “A Senhora que nasceu do mar”.
Esta divindade aquática, considerada a filha de Yacy, era reverenciada pelas mulheres que usavam amuletos mágicos chamados ita-obymbaé, confeccionados com argila verde, colhida nas noites de Lua Cheia no fundo do lago sagrado Yacy-Uaruá (“Espelho da Lua”), morada de Muyrakitã.
Esses preciosos amuletos só podiam ser preparados pelas ikanyabas ou cunhãtay, moças virgens escolhidas desde a infância como sacerdotisas do culto de Muyrakitã - vetado, portanto, aos homens.
Nas noites de Lua Cheia, as cunhãtay, devidamente preparadas, esperavam que Yacy espalhasse sua luz sobre a superfície do lago e, então, mergulhavam à procura da argila verde.
A preparação das virgens incluía jejum, cânticos e sons especiais (para invocar os poderes magnéticos da Lua), além da mastigação de folhas de jurema, uma árvore sagrada que contém um tipo de narcótico que facilitava as visões.
Enquanto as cunhãs mergulhavam, as outras mulheres ficavam nas margens do lago entoando cânticos rítmicos ao som dos mbaracás (chocalhos).
Depois de “recebida” a argila das mãos da própria Muyrakitã, ela era modelada em discos com formato de animais, sendo deixado um pequeno orifício no centro.
Em seguida, todas as mulheres realizavam encantamentos mágicos, invocando as bênçãos de Muyrakitã e Yacy sobre os amuletos, até que Guaracy, o Sol, nascia, solidificando a argila com seus raios.

Esses amuletos, que ficaram conhecidos com o nome de muiraquitã, tinham cor verde, azul ou cor de azeitona e eram usados no pescoço ou na orelha esquerda das mulheres.
Acreditava-se que eles conferiam proteção material e espiritual e que podiam ser utilizados para prever o futuro, nas noites de Lua Cheia, depois de submersos na água do mesmo lago e colocados na testa das cunhãs, invocando-se as bênçãos de Yacy e Muyrakitã.

No nível exotérico, profano, o muiraquitã é conhecido como um talismã zoomorfo, geralmente em forma de sapo, peixe, serpente, tartaruga ou de felinos, talhado em pedra (nefrita, esteatita, jadeíta ou quartzito), bem polido, ao qual se atribuíam poderes mágicos e curativos.
Foram encontrados vários deles na área do baixo Amazonas, entre as bacias dos rios Trombetas e Tapajós, sendo chamados de “pedras verdes das Amazonas”.
Poderia ser uma confirmação do mito das Amazonas ou Ycamiabas, as “mulheres sem homens”, como foram chamadas pelo padre Carvajal, da expedição de Francisco de Orellana, em 1542.
Os relatos míticos as descrevem como mulheres altas, belas, fortes e destemidas, longos cabelos negros, trançados, tez clara, que andavam despidas e utilizavam com maestria o arco e a flecha para guerrear e caçar.
Diz a lenda que elas escolhiam anualmente homens para serem os pais de seus filhos, presenteando-os com muiraquitãs.
Outras fontes afirmam que elas usavam ornamentos de pedras verdes esculpidos em forma de animais como objetos de troca com visitantes ou tribos vizinhas.

Os missionários atribuíam aos índios tapajós a origem dos muiraquitãs, mas eles eram apenas seus portadores, não os fabricantes, exibindo-os como símbolos de poder ou riqueza, ou ainda como compensação na realização de ritos fúnebres, nas cerimônias de casamento ou para selar alianças e acordos de paz entre as tribos.

Ocultos em mitos, lendas e crenças, existem ainda muitos resquícios das antigas tradições e cultos indígenas.
Descartando as sobreposições e distorções cristãs e literárias, poderemos resgatar a riqueza original das diversas e variadas apresentações da criadora ancestral brasileira, Mãe da natureza e de tudo o que existe, que existiu e sempre existirá.
Cabe aos estudiosos e pesquisadores atuais desvendar os tesouros históricos do passado indígena brasileiro, com isenção de ânimo e sem distorções, em uma sincera dedicação e lealdade à verdade original, para oferecer às nossas mentes as provas daquilo que os nossos corações femininos sempre souberam, ou seja, "que a Terra é a nossa Mãe, que nos tempos antigos os seres humanos veneravam e oravam para uma Criadora, que abria os portais da vida e da morte, cujos templos eram a própria Natureza, que somos todos irmãos por sermos seus filhos, interligados por fazermos parte da teia cósmica e telúrica da Sua Criação”.

(copiado do blog: http://sagrado-feminino.blogspot.com/2009/12/cy-deusa-brasil.html)

RITUAL DA MÃE MUIRAQUITÃ

(Deve ser realizado em noite de Lua Cheia)

A Mãe Muiraquitã é uma deusa lunar, e seus poderes aumentam e diminuem em função das fases da Lua.

Para realização deste ritual prepare seu altar com uma toalha prata ou branca.

Acenda uma vela branca e ponha-a no centro.

Se desejar, tenha um vaso com flores brancas no altar.

Diante da vela, coloque um cálice com água, suco claro ou vinho branco.

Queime um pouco de goma mástica e Artemísia.

Vista branco ou prata. Ponha uma confortável cadeira próxima do altar e sente-se nela.

Se desejar, coloque para tocar uma música instrumental suave e diga:

Amada Mãe Muiraquitã

Oriente-me para as opções corretas

Por todas as noites enluaradas de minha vida

Doce Mãe,

Dê-me a vitória

Guardiã e protetoras das Amazonas,

Dê-me prosperidade,

Conforte-me, Guia-me

Venha a mim nesta hora silenciosa

Fortaleça minha fé

Equilibre minha vida.

Feche os olhos e relaxe o corpo. Inspire e expire por três vezes.

Visualize uma mata fechada, onde irá surgir uma trilha prateada.

Siga por ela e encontará uma clareira, onde encontrará um lago cheio de lírios d'água.

Ao chegar, duas Amazonas irão comprimentá-la e a conduzirão até a borda do lago.

Dirão então, que você deve mergulhar em suas águas.

Não tenha medo, mergulhe fundo e verá um templo redondo com lados abertos e no seu interior, a Mãe Muiraquitã lhe aguarda, sentada.

Ela sorri e a abraça.

-"Irmã", dirá ela, "fico feliz que tenha vindo".

A Mãe Muiraquitã conversará com você sobre seus objetivos espirituais e sobre o que você conseguiu realizar nesta área até aqui.

Ela pode dar sugestões sobre o que poderia lhe ajudar.

Você pode contar-lhe seus problemas e pedir-lhe conselhos.

Após encerrar a conversa, ela lhe apanhará pela mão e a conduzirá para fora do lago.

Um grupo de mulheres Amazonas se aproximam para ficar com vocês.

Uma delas lhe alcançará um pote de barro contendo água.

Ela o levará a seus lábios e você deve beber.

Ele se inclina e apanha um lírio d'água.

Com grande solenidade põe flor no alto de sua cabeça.

Você sentirá a flor penetrar em seu corpo.

Ela dirá que a flor ajudará a realinhar os centros sagrados em seu corpo astral.

Você sentirá o muiraquitã operando sua magia espiritual e se dá conta de um sutil bater de coração ao seu redor.

A Mãe Muiraquitã dirá que este é o ritmo da Lua, uma influência que qualquer humano poderia ouvir e sentir se quisesse.

Uma outra Amazona traz um muiraquitã numa corrente.

A Mãe o coloca em seu pescoço, explicando que você está recebendo o símbolo de sua iniciação Lunar e que agora poderá voltar sempre que desejar.

A Mãe Muiraquitã a beija e mergulha no lago para retornar ao seu templo.

Uma das Amazonas lhe acompanhará pela trilha que a trará de volta.

Agora você deve, bem devagar voltar para o seu corpo físico.

Inspire e expire por três vezes e abra os olhos.

SEJA BEM-VINDA!

Muiraquitã, o talismã das Amazonas

Pleno de exotismo e mistério, o artefato encontrado na região paraense do Baixo Amazonas, em especial nas proximidades de Óbidos e nas praias dos rios Nhamundá e Tapajós, é atribuído às Icamiabas, lendária tribo das Amazonas, mulheres guerreiras que
viviam sem marido.

A Lenda do Muiraquitã (amuleto confeccionado em jadeíte, nefrite, ordósia, diorite, estratite ou pedra-cristal), mais de que qualquer outra da região amazônica, se destaca pelo fascínio, pelo mistério e pela controvérsia que envolvem o mineral do qual é comumente feito (jade) e a versão principal de sua origem (da legendária tribo das Amazonas), evocando questionamentos entre arqueólogos, historiadores e colecionadores.
O artefato possui formas variadas: cilíndricas, antropomórficas e zoomórficas, sendo os mais afamados os de cor verde (jade) e de forma batraquiana (sapo).
Mas o Muiraquitã também pode ser encontrado em cores de azeitona, leitosa ou escura, dependendo do material empregado em sua confecção, todos com atributos mágicos e terapêuticos, atraindo sorte a seus detentores e curando doenças pelo uso do talismã.
A fama e o exotismo do amuleto o tornaram cobiçados desde os primórdios da colonização da Amazônia, nos séculos XVII e XVIII, quando foram encontrados pela primeira vez nas proximidades dos rios Nhamundá e Tapajós.
Poucos são os exemplares que podem ser apreciados atualmente, principalmente em sua região originária. Eles estão espalhados pelos principais museus do mundo e em coleções particulares, mas o Museu de Santarém exibe mostra do raro artefato, além de réplicas feitas em cerâmica e outros materiais.
A cidade também cuidou de cultivar o talismã na bela arte joalheira ali desenvolvida pelo artesão João Sena, cujo modelo original foi confeccionado pelo artista plástico local Laurimar Leal.

A Lenda –

Segundo a lenda mais comum, os verdadeiros Muiraquitãs são filhos da Lua retirados do fundo de um imaginário lago denominado Espelho da Lua, Iaci-uaruá, na proximidade das nascentes do rio Nhamundá, perto do qual habitavam as índias Icamiabas, nação das legendárias mulheres guerreiras que os europeus chamaram de Amazonas (mulheres sem marido).
O lago era consagrado à Lua, pelas Icamiabas, onde anualmente realizavam a Festa de Iaci, divindade mãe do Muiraquitã, que lhe oferecia o precioso amuleto retirado do leito lacustre.
A festa durava vários dias, durante os quais as mulheres recebiam índios da aldeia dos Guacaris, tribo mais próxima das Icamiabas, com os quais mantinham relações sexuais e procriavam.
A lenda também diz que, se dessa união nascessem filhos masculinos, estes seriam sacrificados, deixando sobreviver somente os de sexo feminino.
Depois do acasalamento, pouco antes da meia-noite, com as águas serenas e a Lua refletida no lago, as índias nele mergulhavam até o fundo para receber de Iaci os preciosos talismãs, com a configuração que desejavam, recebendo-os ainda moles, petrificando-se em contato com o ar, logo após saírem d’água.
Então os presenteavam aos Guacaris com os quais se acasalavam, o que os faria serem bem recebidos onde os exibissem, além de dotar outros poderes mágicos ao amuleto.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Feitiço de negociação para prosperidade, amor e sorte



Se olharmos profundamente para dentro de nós mesmos ... poderemos encontrar uma uma lista de "Maus hábitos".

Alguns deles ficam conosco por anos, e muitas vezes nem sequer percebemos.

Hoje, irei mostrar um ritual muito simples que você poderá usar, para amor, prosperidade, ou a boa sorte que você procura.

Seja lá o que você queira, este será um feitiço muito especial para se livrar de seus maus
hábitos ... e "trocá-lo" para o que quiser.



Você vai precisar de:

* Um pedaço de papel

* Uma caneta

* Óleo de olíbano

* Um prato pequeno ou pires

* 1 vela branca


PASSO 1: Reserve um minuto para pensar sobre seus maus hábitos ... e escolha aquele que vem incomodando mais você. O que você deseja se livrar primeiro.

PASSO 2: Anote esse mau hábito em um lado do papel.

PASSO 3: Escreva o seu nome de nascimento completo do outro lado do papel, junto
com o seu mais profundo desejo.

4 ° PASSO: Unte os cantos do papel com óleo de olíbano.

5 ° PASSO: Coloque isso no pequeno prato ou pires com seu nome
voltado para cima. ( é importante que seu nome esteja voltado para cima!)

6 ° PASSO: Unte a vela com o óleo de olíbano.

7 ° PASSO: Coloque a vela em cima do papel, no prato, e acenda.

Passo 8: Deixe queimar por sete minutos, olhe para a vela e visualize seu mau hábito se transformando em uma fumaça acinzentada ... e saindo do seu corpo pelo alto de sua
cabeça.

PASSO 9: Em seguida visualize uma luz brilhante, branca vindo de cima para baixo,
entrando pelo topo de sua cabeça ... e carregando tua alma com energia para atrair os desejo mais profundo que escreveu no papel ...