Uma grinalda diferente. Além das cobrinha, que podem ser feitas de massa de biscuit, você ainda poderá colocar flores secas. Pendure na porta de entrada. Fica uma graça.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Grinalda de cobra para a primavera
Uma grinalda diferente. Além das cobrinha, que podem ser feitas de massa de biscuit, você ainda poderá colocar flores secas. Pendure na porta de entrada. Fica uma graça.
sábado, 24 de julho de 2010
DIVINOS PROBLEMAS

Ao descrever nossa busca pela espiritualidade individual, costumo dizer que aquela que lhe parece interessante por ser diferente definitivamente não é a sua. A sua espiritualidade de fato é aquela que, ao ler sobre ou ouvir dizer quais são seus preceitos, crenças e princípios, você tem a sensação de que nada daquilo é novidade. Afinal, normalmente nossa espiritualidade já está dentro de nós: tudo o que precisamos é identificar sua manifestação exterior.
Em conversa recente com uma grande amiga, debatíamos a questão de quanto uma filosofia ou uma crença/espiritualidade (para mim, a mesma coisa) podem ser ou não eficientes em momentos de crise, de problemas. Se na hora da angústia sua espiritualdiade/filosofia não se mostra útil ou eficaz, então há algo de errado.
De que me vale o divino em momentos de crise?
Pela postura filosófico-espiritual do moderno mundo ocidental, a maioria de nós foi “adestrada” a esperar pela solução que, invariavelmente, vem de fora. Por isso reclamamos do governo, da polícia, do chefe e de “Deus”; esperamos que ‘eles’ resolvam a questão.
Nos três primeiros casos, nossos poderes são limitados pelas circunstâncias. No quarto, quando o assunto é o divino, temos mais poder do que imaginamos. Se posicionamos o divino (singular ou plural, masculino ou feminino, pouco importa) do lado de fora, longe e distante, então nos cabe apenas resmungar, reclamar, fazer preces, oferecer sacrifícios, tentar chamar a atenção de alguém tão exterior e, somos levados a crer, tão maiores do que nós, que muitas vezes se mostram incapazes de nos ouvir.
DIVINO INTERIOR
Em contrapartida, quando percebemos o divino (novamente, singular ou plural, masculino ou feminino) não fora, mas dentro de nós, agindo por nós e através de nós, então resgatamos a relação ideal entre o mundano e o sagrado: a interação equilibrada, inspirada, cuja mola motriz é a conexão e não a subserviência, a intimidade e não a distância.
Se isto é fato - e pela minha experiência creio que é -, então na verdade todos nós trazemos em nosso interior todos os aspectos do divino - deuses e demônios, pois o universo é luz e sombra, matéria e anti-matéria, dia e noite, masculino e feminino…
E se trazemos o divino dentro de nós, então nos momentos de crise, em que somos desafiados por problemas de qualquer ordem (material, emocional, espiritual, intelectal…), temos dentro de nós todos os nossos aliados - bem como os antagonistas. (Como ensina um velho provérbio, “todos temos dentro de nós um cão muito dócil e outro muito agressivo - o que aflora é aquele a quem alimentamos melhor.“)
Essa é uma verdade inescapável, e facilmente percebida no nosso dia-a-dia. Em termos práticos, dentro da questão original deste artigo (de que me vale o divino em momentos de crise?), se em sua percepção o divino é algo exterior, diante da crise você precisa enviar sua súplica e aguardar pela providência - se ela vier. É a mesma interação dependente e acomodada de quem vota no candidato e resmunga enquanto espera o benefício… de quem reclama do chefe e pede aumento.
Por outro lado, quem percebe o divino dentro de si entende-se agente desse divino (sem ser mais importante do que os demais, pois o divino espalha-se igualmente a todos) e, portanto, não precisa de súplicas a este ou aquele deus, santo, deva ou orixá: apenas vive - e deixa o divino fluir em sua vida.
Vida = Ritual
Isso transforma nossas vidas num grande ritual, nossas casas e locais de trabalhos em templos e altares, e a comunicação com o divino ocorre não somente em determinados momentos, mas o tempo todo.
Isso quer dizer que se adotarmos essa percepção nos livramos de todos os problemas e passamos a viver uma vida plenamente divina? Não para a primeira, sim para a segunda.
Não existe vida sem problemas, desafios e crises. Mente quem promete tal absurdo. (Nem seria, aliás, desejoso viver uma vida assim, tão semelhante à morte.)
Os desafios, o sofrimento e as crises são tão parte de nossas vidas quanto os momentos alegres, calmos e plácidos - e ambos nos ensinam, ambos compõem a nossa jornada heróica pela vida.
A calma e a paz são o momento de recolhimento e restauração, a permanência na tranqüilidade da aldeia, no seio da família, no conforto da casa. É a pausa para a nutrição, para o repouso, para a vivência do que é familiar. Mas após esse período de repouso e restauração, é fundamental que encaremos o desafio da estrada, da jornada pelo desconhecido, da ação que promove mudança e evolução.
Buscar só a paz é negar metade da vida. Viver só a calma é abdicar do caminho, da jornada.
Assim, se existem deuses/espíritos/totens/orixás/santos que protegem o lar, que abençoam a colheita, que nos trazem cura e restauração, também existem deuses/espíritos/totens/orixás/santos que nos preparam para as batalhas, nos protegem em viagens, nos abrem caminhos, nos trazem resistência e força.
E se todos os deuses/espíritos/totens/orixás/santos estão dentro de nós, como visto acima, então nossa súplica ou pedido não deve ser enviada para fora, para o alto de uma montanha, uma pedra no deserto, uma nuvem no céu ou uma caverna nas entranhas da terra: a súplica e o pedido devem ser remetidos ao endereço correto: dentro de cada um de nós.
Parece papo de auto-ajuda? Pode ser. Funciona? Teste, não custa nada…
Mas lembre-se: encontrar os deuses dentro de você não significa viver uma vida sem problemas - isso não existe.
Encontrar o divino dentro de você só ajuda a lidar melhor com esses desafios, com suas próprias forças - que, no fundo, são as forças e o poder do seu deus predileto, do seu santo de devoção, do seu orixá.
A jornada é longa e ninguém disse que seria fácil. Mas quando a companhia é boa, qualquer desafio se torna menos penoso.
(Extraído do Blog Claudio Crow)
quinta-feira, 15 de julho de 2010

Na Índia, são ensinadas as "quatro leis da espiritualidade":
A primeira lei diz: "A pessoa que vem é sempre a pessoa certa".
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos ensinar e colaboram no avanço de cada situação.
A segunda lei diz: "Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido".
Nada, nada absolutamente nada, do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhuma outra opção. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, para aprendermos uma lição e seguirmos em frente. Todas, e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas, são absolutamente perfeitas.
A terceira lei diz: "Toda vez que você tomar uma decisão, será sempre o momento certo".
Tudo só começa na hora certa, nem antes, nem depois. Somente quando estivermos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecerão.
A quarta lei diz: "Quando algo termina, é porque foi concluído".
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor soltar, seguir em frente enriquecido pela experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que “nenhum floco de neve cairá no lugar errado”.
"Sempre que você tirar alguma coisa da Terra, lembre-se de deixar uma oferta. "
Precisamos olhar para a natureza e seus habitantes como os nossos irmãos e irmãs. Sempre que escolher as plantas ou ervas, devemos deixar uma oferenda de tabaco. Devemos falar com as plantas e pedir sua permissão para usá-las. As plantas vão sentir-se honradas por estar a serviço para cada um, elas sabem que estão aqui para servir. Cada uma delas sabe que leva um remédio especial e este medicamento é a forma de continuar o ciclo de vida. Precisamos sempre ser gratos aos nossos irmãos e irmãs."
Precisamos olhar para a natureza e seus habitantes como os nossos irmãos e irmãs. Sempre que escolher as plantas ou ervas, devemos deixar uma oferenda de tabaco. Devemos falar com as plantas e pedir sua permissão para usá-las. As plantas vão sentir-se honradas por estar a serviço para cada um, elas sabem que estão aqui para servir. Cada uma delas sabe que leva um remédio especial e este medicamento é a forma de continuar o ciclo de vida. Precisamos sempre ser gratos aos nossos irmãos e irmãs."
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Minhas árvores preferidas

A sombra da lichieira convida a momentos de descanso sobre o banco. Seu fruto, a lichia, tem casca rugosa de cor vermelha e polpa doce e gelatinosa

O cultivo de frutíferas não é exclusividade de quem possui espaço para canteiros. A trepadeira-jade, que floresce em cachos de até 1 m de comprimento, esconde o gradil da varanda

Outra opção para se ter em casa é o pessegueiro, que dá frutos entre agosto e março

Devido ao paladar amargo e ácido, a cidra tem uso limitado. No entanto, rende saborosas geleias e compotas. Maduro, o fruto, que surge entre setembro e fevereiro, possui casca amarela e espessa e comprimento entre 15 cm e 20 cm

Com folhas em tom cítrico de verde, a cidreira cresce lentamente. Rodelas de casca fresca sobre a testa amenizam dores de cabeça. A infusão feita com cascas secas é ótima contra indigestão

Variedades de limão: em primeiro plano, limão-siciliano; ao meio, limão-galego – ambos contornados pelo canteiro de mini-ixora. À direita, ao fundo, limão-taiti. Como todos os cítricos, essas espécies são ricas em vitamina C

A espécie oferece deliciosas uvas de novembro a março no Sul e o ano todo no Nordeste

A cerca de eucalipto com videira camufla a horta próxima à piscina. Atrás da cerca, a jabuticabeira enriquece o espaço. Ao fundo, exemplares de palmeira-areca-de-locuba

Exemplar de laranjeira sanguínea, à esquerda, e de acerola. Ao fundo, avista-se a alamanda-amarela

De copa larga, a mangueira oferece à família sombras para os dias de sol. Ao fundo, espécies tropicais como bananeiras, costelas-de-adão e dicorisandras

Símbolo de boa sorte, a romã se adapta bem a climas quentes e amenos e aparece sobretudo em novembro. Pode chegar a 5 m de altura. No plantio, o espaçamento entre as mudas deve ser de no mínimo 5 m

A pitangueira pode ser plantada em canteiros ou vasos e o período de frutificação vai de outubro a janeiro

Motivo da compra do terreno, a jabuticabeira recebeu, sob a copa, um deque de madeira cumaru, que facilita a limpeza dos frutos que caem no chão. Um banco abraça a árvore e convida os moradores para bons momentos de relaxamento

Com a perda das flores, a jabuticabeira já começa a mostrar os frutos, que gradativamente passam de verdes para avermelhados e, depois, negros. A colheita vai de setembro a dezembro
sábado, 26 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Meninas, olha que fofo que encontrei, suculentas plantadas em xícaras. Não é muito fofo?

Vou aproveitar e falar um pouquinho delas, das suculentas.
Começando pela escolha dos vasos, os de barro são os ideais, já os de plástico, por reter muita umidade requer menos rega.
Pra propagar é só arrancar um galhinho e colocar pra enraizar.
Vou aproveitar e falar um pouquinho delas, das suculentas.
Começando pela escolha dos vasos, os de barro são os ideais, já os de plástico, por reter muita umidade requer menos rega.
Pra propagar é só arrancar um galhinho e colocar pra enraizar.
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